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Segunda-Feira, 26 de Junho de 2017
Rádio Perfil FM


Paulo Félix

Paulo Félix

Turismo, cultura, fatos, versos e canções


31/07/2013

A JMJ e o Brasil, Pátria do Evangelho, celeiro da humanidade

Não haveria como imaginar qual, quando e como seria a expressão do novo jovem do "Continente Azul, terra do Cruzeiro do Sul, Pátria do Evangelho e Celeiro da Humanidade", já que há tanto se mantinha calado, não fosse o chamado de Francisco, para um novo despertar.  E como sempre atento esse jovem dirigiu-se ao extremo sul do planeta, no rumo do Cruzeiro do Sul, sem importar-se onde estava ou ficava sua origem, cruzou milhares de milhas, seguiu porque queria atender aquele chamado de Francisco, certo de que tudo estava de acordo com o que o Mestre Jesus um dia havia lhe confiado. Um jovem novo que chega com uma nova visão de mundo, benévolo por si e com grandes tendências aos exemplos práticos do Amor Maior.

É sabido que os planejamentos da espiritualidade são muito antecipados aos nossos, e ela, a espiritualidade, como nós todos no planeta, nada move sem que haja a permissão de Jesus. E foi com essa sábia e bem-aventurada ação que o Papa João Paulo II, o João de Deus, em 1984 foi celebrar na Praça São Pedro, no Vaticano, o Encontro Internacional da Juventude, por ocasião do Ano Santo da Redenção. Na ocasião, o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada. E já em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a cruz da JMJ: o Ícone de Nossa Senhora, "Salus Populi Romani", uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior. E disse: "Hoje eu confio a vocês... o ícone de Maria. De agora em diante, ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas" (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003).

E é com toda essa incumbência recebida de João Paulo II, e agora pelos exemplos práticos de humildade e de amor do Papa Francisco, que haveremos todos de renovar, junto com os jovens, os nossos compromissos com Jesus, e não importa a religião que sigamos cada um, apenas nos permitirmos um passo à renovação, para minimizarmos os efeitos da transição planetária que real, e que cederá com gestos e atitudes mais verdadeiros e de amor para com todos os nossos irmãos e, especialmente para com o planeta, renovando a nossa fé, certos de que quem viu verá que a juventude do Brasil e do mundo jamais será a mesma, exatamente depois de tanto exemplo de persistência, generosidade e de um amor que deixa transcender sem medos ou constrangimentos tolos. Embora o processo para quaisquer mudanças pareça longo e muitas vezes árduo, o jovem que está ai e aquele que está chegando, tem compromissos sérios com a Luz Maior, pois, trazem incumbências do Mestre Jesus, de transformar a partir de exemplos práticos de amor, semeando pelas searas com toda veemência, o amor que estanca todas as formas de dores, conseqüentes da ignorância e da violência no mundo.

PAULO ROBERTO FÉLIX





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